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A Influência de Edu Gaspar na Parceria entre São Paulo e Fundo Grego

Por Redação 1Soberano em 31/12/2024 05:41

Análise Estratégica de Edu Gaspar Impulsiona Investimento no São Paulo

A articulação de Edu Gaspar, figura conhecida por sua passagem pelo Arsenal e pela seleção brasileira, revelou-se fundamental na concretização da parceria entre um fundo grego, liderado por Evangelos Marinakis, e o São Paulo. O ex-dirigente elaborou um estudo que apontou as instalações de Cotia como o celeiro de talentos mais promissor do país.

Ainda em sua função no clube inglês, Edu solicitou uma análise detalhada ao Arsenal para identificar a melhor base de formação de atletas no Brasil, sendo o São Paulo o destaque do levantamento. Desde então, o dirigente tem nutrido o projeto de investimento em Cotia.

Edu consolidou-se como um dos principais aliados do São Paulo nesta empreitada, direcionando Marinakis para o investimento no clube tricolor. Ao ser contratado pelo grupo de Marinakis, Edu apresentou sua visão ao investidor grego, que prontamente endossou o projeto. O São Paulo iniciou as negociações com o grupo grego em um encontro em São Paulo , ainda sem ter conhecimento da influência de Edu na aproximação.

O Racional Financeiro da Parceria e a Valorização da Base

O otimismo em relação ao acordo é compartilhado por Edu, Marinakis e todo o fundo grego. Os primeiros alvos no mercado de jovens talentos já estão sendo definidos, com os olheiros da empresa trabalhando na identificação de potenciais contratações para o São Paulo .

Um ponto crucial na negociação entre São Paulo e o fundo grego é o entendimento de que o sucesso do time profissional impulsiona a valorização dos atletas da base. O fundo enxerga com bons olhos a aquisição de jogadores quase prontos para ascender rapidamente ao time principal, fortalecendo a equipe de cima.

Controle Total dos Direitos dos Atletas como Pilar da Nova Gestão

Um dos grandes objetivos do São Paulo com a parceria com Marinakis é deter 100% dos direitos de todos os jogadores da base. Em casos onde essa totalidade não for possível, a meta é possuir ao menos 80% dos direitos, com uma cláusula de compra com valor fixado para os 20% restantes.

A lógica da parceria reside em transferir as divisões de direitos econômicos dos atletas da base, antes compartilhadas com empresários, ex-clubes ou familiares, para o controle da parceria com o fundo grego. O tricolor busca ter o controle total sobre o passe dos atletas, ao invés de deter uma porcentagem e ver o restante com outros clubes ou com o próprio jogador.

O caso da venda de Beraldo para o PSG exemplifica essa necessidade. O São Paulo possuía 60% dos direitos do jogador, enquanto os outros 40% estavam divididos entre o XV de Piracicaba e o próprio atleta. Na época, o clube não tinha recursos para adquirir 100% dos direitos e acabou dividindo a porcentagem. Posteriormente, tentou adquirir a porcentagem restante, mas devido à valorização do atleta, não obteve sucesso e perdeu 40% do valor da venda para o clube francês.

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